Crowdfunding foi o que restou da nossa esperança no próximo?

Recentemente, a Campanha de Doritos Brasil (PepsiCo), associada à distribuição gratuita do Doritos Rainbow no Festival Milkshake e a 21ª Parada LGBT de São Paulo, causou um elevado buzz – até gerando um ou outro discurso homofóbico nos canais digitais da marca.
O fraco front primitivo não conseguiu ofuscar a generosa ação da companhia, que arrecadou (em menos de 1 mês) R$107.148,39 para a ONG Casa 1, em prol das pessoas LGBT que foram expulsas de casa. A ação ocorreu via plataforma de financiamento coletivo, o Kickante.

 

 

A busca por incorporação de posicionamentos institucionais inovadores e a atribuição de significados sociais à produtos é crescente no mercado. Consumidores começam a fazer questão de integrar “redes do bem”.
Nessa enorme onda de coletivismo, as gerações Y e Z estão sempre prontas para opinar sobre tendências que, muitas vezes, pouco conhecem a fundo; influenciando, assim, positiva ou negativamente as taxas de lucro das marcas.
O poder do bom argumento ativista é quase disputado como um troféu pelos usuários.

 

Em contrapartida, abnegar-se do próprio “eu” e praticar empatia, parece contraditório à primeira vista, mas a sensação de pertencimento à uma causa, impulsiona o usuário a ir contra o hábito da fluidez moderna – contribuindo para que pessoas e até comunidades sejam auxiliadas, da circunstância mais fútil até o motivo mais nobre, como o exemplo do snack Doritos Rainbow.
As plataformas online de crowdfunding são um claro exemplo contemporâneo desse rompimento da paralisia da ação, com poder de transcender o lugar das pessoas no mundo, gerando o bem com alguns cliques. Se hoje, para ser egoísta, é necessário olhar para fora, começo a crer que o meio justifica sim quaisquer fim. Ou quase.

 


Por Giovani Lanzotti
Analista de SAC 3.0 na iCustomer

Conecte seus colaboradores e transforme a produtividade da sua empresa!

Em tempos de crise econômica, muito se discute sobre modelos de trabalho e produtividade das equipes. Como uma solução, diversas empresas já adotaram o social business, que tem como uma de suas bases as plataformas de colaboração.

Quando utilizadas no ambiente interno da empresa – parte como intranet social, parte como ferramenta de trabalho colaborativo – a solução facilita a quebra de barreiras departamentais, a comunicação e a conexão dos usuários, além de centralizar tomadas de decisões, documentos e outros materiais importantes, como relatórios, treinamentos e contratos.

Empresas que adotaram a estratégia tiveram redução de 24% na rotatividade e aumento de 15% na produtividade dos funcionários, segundo relatório do McKinsey Global Institute “The Social Economy: Unlocking Value and Productivity through Social Technologies”. O levantamento também verificou a redução de 21% na quantidade de e-mails e 16% no número de reuniões. Ainda de acordo com a publicação, o tempo gasto para encontrar conhecimento, especialistas e melhores práticas diminui 34% com as plataformas colaborativas.

O relatório constatou que cerca de 30 horas semanais são direcionadas a tarefas que poderiam ser realizadas de maneiras mais eficientes com a utilização de ferramentas sociais. Além disso, a adoção de tecnologias sociais vai desbloquear entre US$ 900 bilhões e US$ 1,3 trilhão anualmente. Essa estimativa representa o valor agregado às marcas em consequência da escolha e aplicação desse modelo de negócios, o que gera economia de tempo e dinheiro e aumenta a eficiência das organizações.

Para entender como o modelo pode beneficiar a sua empresa, entre em contato com nossa equipe de Social Business pelo endereço marketing@icustomer.com.br. Comece hoje mesmo a revolucionar os padrões da sua empresa, adotando ferramentas que otimizam seus recursos e potencializam oportunidades!

Como a Thomson Reuters conectou seus funcionários em uma única plataforma

A Thomson Reuters, multinacional de comunicação e informação, possuía um desafio: integrar seus 60 mil funcionários espalhados em mais de 100 países e utilizando cerca de 35 plataformas para colaborar, gerenciar documentos, criar blogs, construir portais, conteúdo wiki, etc. Toda essa complexidade – e dificuldade – foi substituída por um único canal: HUB, a instância Jive que centralizou e substituiu todos os sistemas.

A adoção de Jive atingiu 100% dos funcionários nos três primeiros meses, e mesmo quatro anos depois continua na casa dos 98%. A plataforma conectou os sistemas do HR com o login da Jive, fornecendo aos funcionários as informações mais recentes sobre eles mesmos e seus colegas.

A plataforma Hub também contou com uma integração muito utilizada:  ferramenta WebEx, da Cisco, que possibilitou a qualquer funcionário iniciar ou se juntar a conferências diretamente de seus perfis da Jive.

 

Uma das principais histórias de sucesso da empresa com o uso de Jive é o fato de que a Plataforma se tornou o primeiro lugar onde as pessoas vão para trabalhar. O Hub deu voz aos colaboradores da Thomson Reuters, conectando às pessoas e aos conteúdos que os usuários procuram. O vice-presidente de Plataformas de comunicação, Tim Wike, conta que a Jive “é o lugar onde todos vão para se encontrar, trabalhar juntos e também é a maneira de nos comunicarmos com todos os nossos funcionários”.

 

Como canal de comunicação corporativa, Hub também dá voz aos funcionários, e possibilita que as lideranças escutem o que seus colaboradores dizem e entendam como cada um se sente quanto ao seu trabalho na Thomson Reuters. Essa atenção possibilitou às pessoas fazer a diferença não apenas na sua rotina, mas na maneira como eles interagem com os outros por todas as regiões e países de trabalho, simplesmente por ter uma plataforma Jive à sua disposição.

Colaboração: quando o compartilhar multiplica

“Dois pensam melhor que um” era o que a professora falava quando separava a turma em grupos para fazer exercícios em sala de aula. Nunca ajudou muito, a conversa dominava todas as “rodinhas” e sempre terminava com a maior parte do grupo copiando a resposta de alguém ao invés de procurar maneiras diferentes de solucionar os enunciados. Isso sem falar na boa e velha história de dividir brinquedos e compartilhar a mesma brincadeira com os amigos.

Engraçado pensar como esse raciocínio preparou muita gente para o sempre útil conceito de “trabalho em equipe”. Resolver uma crise, pensar em uma nova campanha ou elaborar um extenso e ~complicado~ contrato fica menos difícil e penoso quando se tem uma equipe inteira para contribuir com isso. Muitos líderes perceberam isso há tempos, e hoje em dia há uma variedade de ferramentas para facilitar essa abordagem dentro do ambiente de trabalho, cujo uso tem ganhado cada vez mais adeptos. Mas, sendo uma novidade, uma inovação, sempre existem as dúvidas e questionamentos, como o já conhecido ” que vantagem Maria leva?”.

Bom, então vamos falar de colaboração. Ela envolve mais do que reunir os seus pares, ou a sua equipe, em uma sala por exaustivas horas de reunião, ou apenas compartilhar arquivos com todo o departamento.

Segundo o dicionário, 1. “colaborar” é trabalhar com (uma ou mais pessoas) em (obra, atividade, tarefa etc.); cooperar, participar; 2) ter ação efetiva para (certo desfecho, acontecimento, resultado etc.) concorrer, contribuir. Ou seja: colaborar é reunir todos no mesmo projeto, receber inúmeras contribuições e sugestões de uma maneira rápida e transparente – e utilizá-las, não por obrigação, mas pelo valor delas.

Parece dar trabalho? E dá mesmo. Sabe o ditado da rapadura ser doce, mas não mole? Então, pode substituir a rapadura pela colaboração, bem no estilo Bella Gil. Mas, assim como a alimentação dela, adotar a colaboração na sua empresa traz muitos resultados positivos. A McKinsey publicou um estudo, o “The Social Economy: Unlocking value and productivity through social technologies”, apontando que as economias de tempo e dinheiro geradas pela adoção de tecnologias sociais vão desbloquear, anualmente, lucros entre US$ 900 milhões e US$1,3 bilhões.

Parece ótimo! Mas que benefícios são esses? O relatório aponta também um aumento na produtividade dos gestores em 15%, queda no escalonamento de chamadas do seu departamento de SAC em 13% e redução no tempo gasto em reuniões em 16%, entre muitos deles. Uma plataforma de colaboração para o suporte ao consumidor gera uma economia de 26% nos custos operacionais, além de aumentar a resolução de problemas na primeira chamada em 16%. Departamentos de marketing reduziram em 13% o tempo de criação de campanhas, aquelas complexas e que costumam deixar muito Diretor de Criação de cabelo em pé. E a lista continua, mas por hora vamos parar por aqui.

Colocando tudo isso na ponta do lápis, colaborar é uma excelente “nova velha maneira” de trabalhar. Não que ela já não existisse antes, mas a revolução tecnológica (e por isso, leia desenvolvimento de smartphones e outros dispositivos móveis) e a popularização da internet possibilitaram agregar técnicas e funcionalidades que antes estavam separadas, desconectadas. Quem ganha com isso? Todo mundo. E a sua empresa também. Mas a conversa sobre como trazer isso para dentro do seu ambiente de trabalho fica para uma próxima, combinado?

2016: por um ano novinho em branco

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Final de ano é, para muitos, uma época de “desapego”: doar roupas e livros, ver-se livre de papéis e itens que ocupam espaço em casa ou na vida.  Que tal, então, aproveitar o momento ‘sessão faxina’ e fazermos do novo ano uma página em branco? Ups! Ou melhor: uma tela em branco. É a hora de revisarmos os perfis adicionados, as páginas que seguimos, os sites cadastrados e deixar somente o que é útil. E a faxina digital pode começar agora com as nossas dicas.

  1. Abra espaço para novas amizades

Cruzamos com alguém na nossa vida social ou profissional e logo o adicionamos em alguma de nossas redes sociais. E, quando percebemos, temos mais de mil “amigos” e contatos e um feed no Facebook ou outra rede social de pessoas que poucos lembramos.

Para a faxina, entre em sua lista de contatos e, ao passar pelos nomes, se pergunte de onde conheceu a pessoa, qual elo entre vocês e se há interesse em manter o contato. Dependendo de suas conclusões de afinidades, você pode optar por continuar a ‘amizade’ ou configurar seu feed para seguir ou não o seu amigo. Para isso, basta escolher o perfil e clicar unfollow. Assim, você manterá a “amizade”, mas não verá mais as postagens do seu amigo. E, no momento de decidir que não deseja mais ter algum perfil conectado ao seu, tente ser mais racional do que emocional na hora de desfazer a “amizade” na rede. Faça a limpeza que sua cabeça mandar. 🙂

 

  1. Reconfigure seu feed de notícias

Os canais sociais são, de fato, meios de comunicação e atualização das últimas novidades.  Seguir páginas e perfis com conteúdos de interesse para se manter informado é praticamente a nova releitura de abrir os jornais no café da manhã. Mas, com o passar do tempo, os nossos interesses podem mudar e a linha editorial e assuntos das publicações também. E chega a hora da faxina para uma renovação na exibição desses conteúdos.

Para uma limpeza no Facebook, navegue pelas páginas que você segue na coluna esquerda da rede. Avalie o tipo de conteúdo de cada uma e, se não curtir alguma, opte por um unfollow. Assim, você deixará de ver o conteúdo dessa página no seu feed de notícias. O mesmo botão também é útil para o caso do “parente ou amigo chato” [risos], aquele que publica conteúdos inconvenientes, mas que você não quer eliminar da sua lista de amigos.

 

  1. Esvazie sua caixa de entrada de e-mail

Você abre sua caixa de e-mails e a mensagem que salta aos olhos é: “O seu e-mail tem 20 mil mensagens não lidas”. E, quando você navega por elas, percebe que são, na maioria, newsletters de empresas. Uma ferramenta que pode ajudar na tarefa de desfazer o cadastro de sites e newsletters para otimizar o tempo gasto na limpeza diária da caixa de entrada é a Unrollme, disponível tanto na versão web quanto mobile. Ao preencher seu e-mail, você passar a ter acesso a todos os sites em que você se cadastrou e com apenas um clique pode cancelar a assinatura de recebimento de e-mails marketings e newsletters.

 

  1. Agende a próxima sessão desapego

O final do ano é a época oficial de faxinas. Mas, se periodicamente fizermos pequenas faxinas, o trabalho será bem menor em dezembro. Que tal já deixar agendado um alarme no seu calendário para te lembrar da faxina a cada três meses? A dica vale para a limpeza digital e todas as outras ☺

 

O time iCustomer-Plusoft deseja a todos um excelente 2016, cheio de menções positivas, comentários de alegria e paz e relacionamentos duradouros. Um 2016 novinho em branco para você. Nossos contatos: marketing@icustomer.com.br ou (11) 5091 2777.