O contexto do SAC 3.0 nas redes sociais

Toda era traz uma nova perspectiva e inúmeras possibilidades. O comportamento já não possui o mesmo padrão de expressão. Os valores são tomados por um prisma distinto. As questões são outras. O reflexo de uma nova cultura acerta em cheio os já familiares hábitos do consumidor, deslocando-os espontaneamente para um lugar incomum, ainda pouco iluminado, com muitos cruzamentos a desbravar e disputados espaços a construir.

Assim é o SAC 3.0! Como uma nova escola de arquitetura do atendimento ao cliente, ele chegou soterrando certezas já sedimentadas para dar espaço ao perfil de consumidores com vontade própria, voz amplificada e exigências nunca requisitadas – como um serviço transparente, ágil, multicanal, altamente resolutivo e pessoal.

Há poucos anos a construção da marca era trabalho somente da pessoa jurídica, que cuidadosamente erguia uma bela faixada e se assegurava que uma pessoa mais curiosa jamais cruzaria a porta, tampouco chegaria até a cozinha ou ao sótão.
Hoje a pessoa física atua como fiscal de obra, em tempo integral.

E a lógica que segue é muito simples, para não dizer intuitiva: as marcas que se preparam para, sem maiores impedimentos, receber o fiscal e o deixar avaliar e questionar, tem uma grande oportunidade nas mãos. Ele, mais do que ninguém, sabe qual é a medida exata do terreno e consegue visualizar qual a disposição certa dos cômodos, de modo que a luz natural ilumine os pontos certos.
Como resultado as etapas do projeto serão otimizadas, rendendo menos custos e, de quebra, deixando o caixa menos desfalcado. O montante reservado para o acabamento e manutenção da estrutura será maior. E por que não pedir a opinião do fiscal quanto a cor das paredes? E, se a marca já está desenvolvendo um relacionamento bacana com ele, por que não pensar em avançar mais um nível e convidá-lo para novas visitas ou até para ajudar na decoração? Colaboração é a palavra de ordem!

(Re)criando os conceitos com base em muita tecnologia e inteligência, o velho fiscal generalizado, sem um rosto e por vezes agindo como um inimigo na construção de imagem da marca, tomará uma forma clara, positiva e completa.

 

Em suma, se o SAC 2.0 trouxe uma série de novos canais de comunicação direta com o seu target, a proposta do SAC 3.0 traz uma nova forma de enxergá-lo.
Pensando nisso, criamos um panorama do atual contexto do SAC 3.0 nas redes sociais:

 

 

Facebook Bot

As redes sociais facilitaram, e muito, a forma de contato das empresas com seus clientes. SAC 2.0 e aplicativos foram inteiramente desenhados para atender uma demanda crescente de consumidores que perceberam os benefícios de contatar uma marca na mídia social – sabendo do poder de rápida disseminação de informação nas mídias, boa parte das marcas passaram a estabelecer um prazo mais curto para as respostas destes canais do que é praticado nos canais offline e mais convencionais.Como evolução natural na forma de se comunicar de empresas e consumidores, surgiu o Bot – versão reduzida para robot em inglês – uma das principais apostas e tendência das redes sociais para o ano que se inicia.

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O Facebook Bot é uma aplicação de software concebido para simular ações humanas repetidas vezes de maneira padrão, da mesma forma como faria um robô. Pode ser utilizado para auxiliar o serviço de atendimento ao cliente como opções por exemplo de perguntas mais frequentes e/ou menu de atendimento. Esse processo é possível graças à inteligência artificial, que vem sido desenvolvida ao longo dos últimos anos.

É possível aplicar o serviço para diferentes nichos de mercado, como, por exemplo, serviços e vendas – onde se é possível vender produtos ou serviços através de um bot, disponibilizando um menu de uma pizzaria ou ainda solicitar um transporte individual.  Já para campanhas, há a possibilidade de interação pontual com os usuários através de geração de cupons de desconto, formulários específicos de campanhas, além de outras informações referentes a um promoção.

Todo mês, mais de 900 milhões de pessoas em todo o mundo se comunicam com seus amigos, familiares e mais de 50 milhões de negócios no Messenger do Facebook, se tornando o segundo maior app do iOS e o app que mais cresceu nos EUA, segundo o Newsroom. Mais de 11.000 “chatbots” foram construídos utilizando o Facebook Messenger e mais de 23.000 desenvolvedores assinaram seu motor para poder iniciar o desenvolvimento do Bot. Diversas marcas já utilizam ou utilizar bot em suas operações, como Heinekein, Renault e iFood.

 

Para conhecer melhor esses e outros serviços da iCustomer, entre em contato com a nossa equipe pelo endereço marketing@icustomer.com.brou pelo telefone (11) 5091-2777 ramal 2525.

Tendências para 2017

A Kantar IBOPE Media compartilhou um estudo com as dez tendências das mídias sociais para 2017 – 10 tendências de social media para 2017 | EXAME.com – Negócios, economia, tecnologia e carreira ,  e tem serviços que a iCustomer oferece na lista!

 

4. Os chatbots chegaram… mas não estão sozinhos – Iluminando o “dark social”

O movimento dos consumidores em direção ao uso massivo dos apps de mensagens já provoca, desde 2014, uma movimentação das marcas no mesmo caminho.

Em 2016, os chatbots de atendimento – aplicativos que reproduzem códigos de conversas para gerar uma comunicação automatizada com os usuários – surgiram como outra grande tendência a se observar.

 

6. Programas de influenciadores: aposta da moda ou sábio investimento? – A economia da confiança é mais que uma tendência

Em um cenário em que a identidade da marca não é mais restrita à sua própria mensagem, mas sim um reflexo das experiências coletivas de seus consumidores e fãs que seguem a companhia, a confiança é um atributo de suma importância. Neste contexto, o marketing de influenciadores se destaca.

A linguagem moderna da confiança é engenhosa e, acima de tudo, alimentada por ótimas influências, classificações e críticas.

 

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