Qual é a diferença entre Social Media e Social Business?

A popularização da tecnologia, principalmente smartphones e outros dispositivos móveis, permitiu que cidadãos se tornassem usuários, conectados à internet e participando das redes sociais digitais. Com o aumento do número de pessoas conectadas, também cresce a quantidade de usuários ativos nos principais sites de redes sociais, como Facebook e Instagram. Em 2014, de acordo com a pesquisa F/Radar, da F/Nazca, já éramos 93 milhões de brasileiros conectados, e outro levantamento, da ‘Global WebIndex’, o Brasil tem a segunda maior população de usuários de redes sociais da América, com uma penetração de 34% da população.

O marketing nas mídias sociais é importante – e o relatório da Deloitte demonstrando o impacto econômico do Facebook apenas reforça esse argumento; no Brasil, os números chegam a US$ 10 bilhões anuais e mais de 230 mil empregos diretos. Para isso, é crucial que a empresa tenha uma estratégia sólida e diversificada, para atingir diversos canais utilizando várias linguagens. Em um mercado que já satura de ‘analistas de mídias sociais’, é necessário inovar – e aí entra em cena o processo interno de tornar tudo social, a adoção do Social Business.

Mas como tornar-se uma empresa social? Fazer social business inclui processos para derrubar as barreiras entre clientes, stakeholders e as empresas e seus funcionários – unindo todos em um relacionamento benéfico, pois aumenta a produtividade, diminui o tempo de resposta ao cliente, entre outros pontos. Um relatório da McKinsey de 2012 apontou que entre US$ 900 mi e US$1,3 bi serão lucrados por meio do uso de tecnologias sociais.

O ponto inicial é adotar uma plataforma de colaboração, para conectar seus funcionários – assim eles conseguem colaborar entre os departamentos da empresa, trocar informações e encontrar ajuda de especialistas mais rapidamente. Nesse cenário, a inovação é apenas um dos produtos oriundos da colaboração e do engajamento entre funcionários e clientes.

Para saber a melhor maneira de implementar a inovação e a colaboração na sua empresa, conheça as ferramentas iCustomer, que auxiliam sua empresa a adotar o modelo social de negócios.

A importância dos aplicativos móveis no relacionamento com clientes

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Atualmente, quase metade da população mundial possui um dispositivo de comunicação. No continente americano estão 17% dos usuários de smartphones e tablets.

O número de usuários de redes sociais como Facebook, Instagram e Twitter continua crescendo – assim como o número de conexões via aplicativos móveis. Em 2014, o Twitter registrou um aumento de 25% na base de usuários; o Instagram atingiu, em 2014, a marca de 300 milhões de usuários ativos; o Whatsapp, 700 milhões de usuários; o LinkedIn contabilizou aumento de 56% na receita publicitária, com cinco mil marcas, e um aumento de 25% nos usuários apenas no último trimestre.

De acordo com relatório da ‘Global WebIndex’, o Brasil tem a segunda maior rede de usuários da América, com uma penetração de 53% da população. Analisando apenas os números de usuários ativos nas mídias sociais por meio de dispositivos móveis, continuamos em segundo lugar, com 34% de adoção. Os dados nacionais apontam para o uso de smartphones e tablets para acesso às mídias sociais em 77% dos casos.

Se os usuários estão “móveis”, porque as empresas não deveriam estar? O colunista Nelson Sanu, do Social Media Week, aponta para a necessidade de alinhar estratégias à conexão constante dos usuários em seus smartphones, já que os usuários gastam cada vez mais tempo do dia utilizando dispositivos móveis.

O Facebook já é um aplicativo que utiliza a maior quantidade de dados da rede 3G no país. Segundo levantamento da Ericsson, cerca de 30% de todas as transmissões de dados no país é oriundo da rede social de Mark Zuckerberg.

Um levantamento feito anualmente pela F/Nazca, em parceria com o Instituto Datafolha, reafirma os hábitos de conexão do brasileiro: já são 43 milhões de pessoas conectadas, e 70% desses usuários utilizam um smartphone ou tablet; para 51%, sites como Facebook, Google+, Instagram e Twitter contribuem para a mudança de opinião a respeito de algum problema coletivo; 1 em cada 4 brasileiros costuma dar opinião na internet sobre produtos comprados – as redes sociais são a principal arena de críticas e elogios.

Se os seus clientes passam mais tempo conectados em dispositivos móveis e utilizam a internet para consultar não apenas preços, mas a opinião sobre produtos, você precisa pensar em uma estratégia de proximidade. A solução? Desenvolver aplicativos personalizados para o atendimento de seus clientes. Consulte os serviços iCustomer de aplicativos móveis customizados!

Por que estar nas Mídias Sociais?

Porque seus clientes passam cada vez mais tempo conectados e a sua concorrência planeja manter ou aumentar o orçamento digital. Cada vez mais empresas investem na presença digital, e diversas pesquisas apontam para o aumento dos investimentos nas mídias sociais e em campanhas exclusivas para dispositivos móveis – a americana Salesforce constatou no relatório ‘State of Marketing 2015’ que, no Brasil, 96% dos profissionais de marketing pretende manter ou aumentar o orçamento para a comunicação digital da sua empresa.

Uma presença digital pede planejamento (Crédito Galymzhan Abdugalimov)
Uma presença digital pede planejamento (Crédito Galymzhan Abdugalimov)

De acordo com a pesquisa, a principal razão para o aumento nos investimentos é a efetividade dos canais nas mídias sociais. Cerca de 70% dos profissionais acreditam que as diversas estratégias adotadas nestes canais são muito eficazes. As principais atividades a receberem novos aportes são: anúncios, marketing e engajamento nas mídias sociais, geolocalização e aplicativos para celulares e outros dispositivos móveis. A Salesforce verificou também que para aproximadamente 70% dos entrevistados, as mídias sociais e o marketing para dispositivos móveis são críticos para capacitar novos produtos e serviços, assim como o marketing nas mídias sociais.

Seus clientes e potenciais consumidores estão conectados e gastam cada vez mais tempo nas redes sociais. A Ericsson realizou recentemente um levantamento sobre mobilidade (confira o link aqui) e constatou que o Facebook é o aplicativo responsável por 28% de todas as transmissões de dados feitas no país. YouTube, Whatsapp e Instagram vêm logo depois, atrás apenas do Google Chrome, e somam 34% do tráfego. Outros aplicativos totalizam apenas 22%. Eis a combinação perfeita de motivos para reforçar sua estratégia digital, uma vez que tanto seus clientes quanto a concorrência planeja melhorar a presença nas mídias sociais e no mercado de dispositivos móveis.

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