E se você pudesse planejar suas ações de marketing, conteúdo e relacionamento pelo comportamento dos usuários nos seus canais digitais?

Quando a conversa gira em torno de conteúdo, relacionamento e marketing nas mídias sociais, as ações que sua marca planeja nesse ambiente também são influenciadas pelos diferentes comportamentos do consumidor.

Se a nova campanha está agendada para o mesmo horário em que geralmente é publicado um número maior de conteúdos negativos, ela pode ter uma repercussão diferente da esperada. O mesmo vale para conteúdos que precisam ser consumidos pelo público, mas são divulgados em momentos de baixa audiência na sua página.

Relatorio - Comportamento_Consumidor 01

Entre os relatórios produzidos pela nossa equipe de Buzz Inteligence utilizando a ferramenta iCustomer, temos a análise de comportamento de usuário, que monitora os padrões de comportamento de acordo com as polaridades das publicações, os picos de audiência e de usuários alcançados pelas atividades dos usuários.

“A análise de comportamento de usuário é ideal para a marca observar os padrões e frequência de interações dos usuários em seus canais digitais, bem como o sentimento gerado por essas interações, para assim, traçar estratégias baseadas em Branded Content e Engagement User“, comenta nosso especialista em Buzz Inteligence, Jackson Alarcon.

Para basear o planejamento digital da sua marca também levando em consideração os padrões criados pela sua audiência, entre em contato com a nossa equipe de atendimento.

 

Colaboração: quando o compartilhar multiplica

“Dois pensam melhor que um” era o que a professora falava quando separava a turma em grupos para fazer exercícios em sala de aula. Nunca ajudou muito, a conversa dominava todas as “rodinhas” e sempre terminava com a maior parte do grupo copiando a resposta de alguém ao invés de procurar maneiras diferentes de solucionar os enunciados. Isso sem falar na boa e velha história de dividir brinquedos e compartilhar a mesma brincadeira com os amigos.

Engraçado pensar como esse raciocínio preparou muita gente para o sempre útil conceito de “trabalho em equipe”. Resolver uma crise, pensar em uma nova campanha ou elaborar um extenso e ~complicado~ contrato fica menos difícil e penoso quando se tem uma equipe inteira para contribuir com isso. Muitos líderes perceberam isso há tempos, e hoje em dia há uma variedade de ferramentas para facilitar essa abordagem dentro do ambiente de trabalho, cujo uso tem ganhado cada vez mais adeptos. Mas, sendo uma novidade, uma inovação, sempre existem as dúvidas e questionamentos, como o já conhecido ” que vantagem Maria leva?”.

Bom, então vamos falar de colaboração. Ela envolve mais do que reunir os seus pares, ou a sua equipe, em uma sala por exaustivas horas de reunião, ou apenas compartilhar arquivos com todo o departamento.

Segundo o dicionário, 1. “colaborar” é trabalhar com (uma ou mais pessoas) em (obra, atividade, tarefa etc.); cooperar, participar; 2) ter ação efetiva para (certo desfecho, acontecimento, resultado etc.) concorrer, contribuir. Ou seja: colaborar é reunir todos no mesmo projeto, receber inúmeras contribuições e sugestões de uma maneira rápida e transparente – e utilizá-las, não por obrigação, mas pelo valor delas.

Parece dar trabalho? E dá mesmo. Sabe o ditado da rapadura ser doce, mas não mole? Então, pode substituir a rapadura pela colaboração, bem no estilo Bella Gil. Mas, assim como a alimentação dela, adotar a colaboração na sua empresa traz muitos resultados positivos. A McKinsey publicou um estudo, o “The Social Economy: Unlocking value and productivity through social technologies”, apontando que as economias de tempo e dinheiro geradas pela adoção de tecnologias sociais vão desbloquear, anualmente, lucros entre US$ 900 milhões e US$1,3 bilhões.

Parece ótimo! Mas que benefícios são esses? O relatório aponta também um aumento na produtividade dos gestores em 15%, queda no escalonamento de chamadas do seu departamento de SAC em 13% e redução no tempo gasto em reuniões em 16%, entre muitos deles. Uma plataforma de colaboração para o suporte ao consumidor gera uma economia de 26% nos custos operacionais, além de aumentar a resolução de problemas na primeira chamada em 16%. Departamentos de marketing reduziram em 13% o tempo de criação de campanhas, aquelas complexas e que costumam deixar muito Diretor de Criação de cabelo em pé. E a lista continua, mas por hora vamos parar por aqui.

Colocando tudo isso na ponta do lápis, colaborar é uma excelente “nova velha maneira” de trabalhar. Não que ela já não existisse antes, mas a revolução tecnológica (e por isso, leia desenvolvimento de smartphones e outros dispositivos móveis) e a popularização da internet possibilitaram agregar técnicas e funcionalidades que antes estavam separadas, desconectadas. Quem ganha com isso? Todo mundo. E a sua empresa também. Mas a conversa sobre como trazer isso para dentro do seu ambiente de trabalho fica para uma próxima, combinado?

Múltiplas contas, agora, no Instagram

O Instagram lançou novo recurso que permite acessar até cinco contas diferentes da rede com o mesmo login. A novaa funcionalidade já está disponível para a versão 7.15 do iOS e para Android.

A novidade facilita o trabalho de quem administra diversos perfis na rede, sem a necessidade de efetuar e desfazer o login em cada uma das contas todas as vezes que precisar gerenciar o conteúdo. Para cadastrar múltiplas contas no seu login basta acessar as configurações de perfil, clicar em “Adicionar Conta” e inserir nome de usuário e senha.

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Se você deseja ter uma visão mais completa da sua marca no Instagram e em outras redes sociais, a plataforma iCustomer é ideal para o atendimento e monitoramento dos seus canais oficiais. Para testar, entre em contato conosco no marketing@icustomer.com.br ou (11) 5091 2777

Inovações tecnológicas, a geração Y e o atendimento nos canais digitais

blog - escova de dentes

O que é 98% indispensável no cotidiano dos millenials: escova de dente ou celular? Quantas horas por dia o brasileiro passa nas redes sociais? Por que minha mãe está nas redes sociais? Descubra a resposta para essas perguntas e como o comportamento do novo consumidor nas redes sociais direciona o atendimento na internet com a apresentação do nosso diretor executivo, Bruno Alves, para o Comitê de Ouvidorias da ABRAREC.

Acesse aqui  e baixe a apresentação completa. Caso queira conversar sobre sac 2.0 acesse nosso site  ou entre em contato conosco no (11) 5091 2777 ou marketing@icustomer.com.br.

Por que o Community Manager é importante para a sua comunidade?

As comunidades corporativas têm se tornado tendência, mas a criação de uma plataforma única para a empresa pode não ser a única medida satisfatória – e sim, apenas o início do trabalho.

Segundo a CMS Wire, toda comunidade deve ter um propósito claro, já que criar uma rede social sem planejamento e objetivos definidos pode decretar seu fracasso antes de seu nascimento. A publicação aponta também que ter um grande número de usuários não é sinônimo de sucesso, pois, muitas vezes os resultados efetivos vêm de um pequeno grupo de usuários atuantes. E é nesse momento que fica evidente a necessidade de uma estratégia de engajamento e o acompanhamento de perto por meio dos indicadores – que também foram estabelecidos no momento do planejamento estratégico.

Para assegurar que a estratégia seja cumprida constantemente, entra em cena o Community Manager, profissional essencial para garantir o sucesso da comunidade. Ele será a pessoa sempre disponível para responder às questões de seus clientes, resgatar a conversa com os usuários menos ativos, além de criar e incentivar conteúdos de valor na comunidade que esteja relacionado à sua marca e aos seus produtos e de analisar de perto as métricas da comunidade para garantir sua saúde – e essa é a diferença crucial entre Marketing nas Mídias Sociais e Gerenciamento de Comunidades, como apontou o colunista da Forbes, Jayson DeMers (Why Community Management Is Different From Social Media Marketing – Forbes ).

O sucesso de uma comunidade não é instantâneo: é necessário tempo e investimento da equipe dedicada e dos membros para que ela ganhe vida, estabeleça uma base de conteúdos relevantes e relacionamentos para assim tornar-se autossuficiente. Uma das grandes dificuldades dos estrategistas digitais é fazer com que os executivos das empresas, acostumados a resultados financeiros tangíveis, vejam a importância deste tipo investimento, e seu retorno a longo prazo. Uma comunidade online pode reduzir significativamente os custos de suporte ao usuário, o tempo de implementação de novas tecnologias e/ou políticas, além de criar uma maior identificação do cliente com a marca, algo que pode proporcionar uma remodelagem da estrutura de suporte e aumentar o conhecimento da empresa por parte dos clientes. Em qualquer um desses casos, o Community Manager é o profissional que intermedia as conversas, auxilia os usuários e direciona o esforço para os objetivos da empresa naquele ambiente.

Com os serviços e ferramentas iCustomer, você tem assistência em todos as etapas desse processo – e aumenta suas chances de construir uma comunidade saudável e ativa.