Colaboração: quando o compartilhar multiplica

“Dois pensam melhor que um” era o que a professora falava quando separava a turma em grupos para fazer exercícios em sala de aula. Nunca ajudou muito, a conversa dominava todas as “rodinhas” e sempre terminava com a maior parte do grupo copiando a resposta de alguém ao invés de procurar maneiras diferentes de solucionar os enunciados. Isso sem falar na boa e velha história de dividir brinquedos e compartilhar a mesma brincadeira com os amigos.

Engraçado pensar como esse raciocínio preparou muita gente para o sempre útil conceito de “trabalho em equipe”. Resolver uma crise, pensar em uma nova campanha ou elaborar um extenso e ~complicado~ contrato fica menos difícil e penoso quando se tem uma equipe inteira para contribuir com isso. Muitos líderes perceberam isso há tempos, e hoje em dia há uma variedade de ferramentas para facilitar essa abordagem dentro do ambiente de trabalho, cujo uso tem ganhado cada vez mais adeptos. Mas, sendo uma novidade, uma inovação, sempre existem as dúvidas e questionamentos, como o já conhecido ” que vantagem Maria leva?”.

Bom, então vamos falar de colaboração. Ela envolve mais do que reunir os seus pares, ou a sua equipe, em uma sala por exaustivas horas de reunião, ou apenas compartilhar arquivos com todo o departamento.

Segundo o dicionário, 1. “colaborar” é trabalhar com (uma ou mais pessoas) em (obra, atividade, tarefa etc.); cooperar, participar; 2) ter ação efetiva para (certo desfecho, acontecimento, resultado etc.) concorrer, contribuir. Ou seja: colaborar é reunir todos no mesmo projeto, receber inúmeras contribuições e sugestões de uma maneira rápida e transparente – e utilizá-las, não por obrigação, mas pelo valor delas.

Parece dar trabalho? E dá mesmo. Sabe o ditado da rapadura ser doce, mas não mole? Então, pode substituir a rapadura pela colaboração, bem no estilo Bella Gil. Mas, assim como a alimentação dela, adotar a colaboração na sua empresa traz muitos resultados positivos. A McKinsey publicou um estudo, o “The Social Economy: Unlocking value and productivity through social technologies”, apontando que as economias de tempo e dinheiro geradas pela adoção de tecnologias sociais vão desbloquear, anualmente, lucros entre US$ 900 milhões e US$1,3 bilhões.

Parece ótimo! Mas que benefícios são esses? O relatório aponta também um aumento na produtividade dos gestores em 15%, queda no escalonamento de chamadas do seu departamento de SAC em 13% e redução no tempo gasto em reuniões em 16%, entre muitos deles. Uma plataforma de colaboração para o suporte ao consumidor gera uma economia de 26% nos custos operacionais, além de aumentar a resolução de problemas na primeira chamada em 16%. Departamentos de marketing reduziram em 13% o tempo de criação de campanhas, aquelas complexas e que costumam deixar muito Diretor de Criação de cabelo em pé. E a lista continua, mas por hora vamos parar por aqui.

Colocando tudo isso na ponta do lápis, colaborar é uma excelente “nova velha maneira” de trabalhar. Não que ela já não existisse antes, mas a revolução tecnológica (e por isso, leia desenvolvimento de smartphones e outros dispositivos móveis) e a popularização da internet possibilitaram agregar técnicas e funcionalidades que antes estavam separadas, desconectadas. Quem ganha com isso? Todo mundo. E a sua empresa também. Mas a conversa sobre como trazer isso para dentro do seu ambiente de trabalho fica para uma próxima, combinado?

Inovações tecnológicas, a geração Y e o atendimento nos canais digitais

blog - escova de dentes

O que é 98% indispensável no cotidiano dos millenials: escova de dente ou celular? Quantas horas por dia o brasileiro passa nas redes sociais? Por que minha mãe está nas redes sociais? Descubra a resposta para essas perguntas e como o comportamento do novo consumidor nas redes sociais direciona o atendimento na internet com a apresentação do nosso diretor executivo, Bruno Alves, para o Comitê de Ouvidorias da ABRAREC.

Acesse aqui  e baixe a apresentação completa. Caso queira conversar sobre sac 2.0 acesse nosso site  ou entre em contato conosco no (11) 5091 2777 ou marketing@icustomer.com.br.

Você se preocupa com a sua reputação digital?

Você sabe qual a percepção do seu público sobre o novo produto?

Há alguns anos, para uma empresa saber o que era pensado sobre ela e seus produtos precisava investir em pesquisas longas, material de publicidade enviado a seus consumidores e contar com uma equipe de marketing extremamente eficiente. Mas, com o advento da internet essa realidade mudou e, na última década, as redes sociais revolucionaram o ambiente e a conversa sobre as experiências de consumo dos usuários. As empresas agora só precisam saber escutar.

As redes sociais deixaram de ser apenas um ambiente de descontração e se transformaram em um termômetro extremamente detalhado da receptividade do consumidor quanto a novos produtos ou a reputação uma marca/empresa. Antigamente, a experiência de uma marca ficava restrita ao boca-boca, restrito a um pequeno círculo social e sem muito alcance. Agora, na era das mídias sociais, basta uma simples publicação para um consumidor atingir milhares de pessoas em poucos minutos – levando uma marca ao paraíso ou inferno.

A gestão de crise precisa ser rápida e eficiente para reverter a situação, e transformar um consumidor descontente em entusiasta da marca. Além disso, um simples elogio ao produto pode se tornar uma oportunidade de marketing e divulgação orgânica.

Mesmo diante de uma enorme variedade de oportunidades, muitas empresas questionam: como acompanhar as menções e feitas por seus consumidores? Utilizando ferramentas de análise das redes sociais que permitam mensurar objetivamente o que é falado sobre um tema por meio da busca de palavras chaves relacionadas à marca. Saber a visibilidade (o espaço ocupado pela sua marca na internet e quantas pessoas atinge) e a reputação (o que estão falando sobre ela) pode nortear sua estratégia de comunicação e marketing, otimizar esforços e recursos em uma nova realidade virtual. É acompanhando em tempo real a conversa sobre sua empresa, as marcas e os produtos, que sua equipe pode antecipar uma crise de imagem e amenizar os impactos na reputação.

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Recentemente, a Global WebIndex divulgou um relatório apontando o Brasil como o segundo país da América do Sul no ranking do uso da internet e aplicativos de redes sociais. Cada vez mais brasileiros adotam as novas tecnologias ao cotidiano e utilizam a internet para encontrar informações sobre marcas e produtos. A cultura do compartilhamento já é parte da nossa realidade – muito em função de aplicativos como Instagram, Facebook e Twitter. Hoje em dia, é comum encontrar relatos de usuários sobre qualquer experiência nesses ambientes digitais.

Você está prestando atenção nessa conversa? Se não está, então precisa conhecer a ferramenta iCustomer. Uma de suas principais qualidades é, sem dúvidas, o monitoramento, que é apenas um de nossos serviços prestados. O nosso software realiza constantemente buscas online, abrangendo os principais canais onde os usuários falam sobre sua marca, além de propor ações em tempo real para que seus consumidores tenham suas solicitações atendidas e problemas resolvidos. Por meio da ferramenta também é possível interagir com os clientes a fim de aumentar positivamente seu share of mind.

Além disso, contamos com características únicas, como APIs exclusivas para buscas mais efetivas, termos pré-cadastrados na ferramenta para agilizar as buscas e monitoramento 24/7.