5G: o que é, o que faz e onde está

 

Alguém ainda lembra quando nossos celulares começaram a acessar a internet móvel? Sim, já faz um “tempão”: em 1996 a Nokia teve o primeiro aparelho com acesso móvel — mas, ainda não era para todos os meros mortais. Passado mais algum tempo, por volta dos anos 2000, os smartphones começaram a aparecer e aí sim iniciamos nosso histórico de amor&dependência com a rede móvel.

Pois bem, daí para a evolução da conexão via internet foram alguns pulos, primeiro passamos para o 2G, 3G e, agora, 4G. Porém, daqui a pouquíssimo tempo, estaremos vivenciando o 5G, já denominada uma nova era digital, que nos levará a outro patamar de conectividade, comunicação, facilidades e praticidade no dia a dia.

4G x 5G

O que será que realmente diferencia uma geração de tecnologia sem fios da outra? A velocidade e transmissão de dados. O 4G, usado atualmente, já é considerado bem rápido, com uma altíssima capacidade de upload e download em qualquer dispositivo móvel e tem, em média, uma velocidade de transferência de 1GB por segundo.

Agora, pasmem, o 5G chegará com nada mais nada menos que uma velocidade de 10 GB por segundo. Isso quer dizer, por exemplo, a conexão ideal para que absolutamente qualquer aparelho eletrônico possa se conectar a internet e fazer trocas de dados em um tempo recorde.

É o caso da Internet das Coisas, que precisa mesmo de uma tecnologia como essas para integrar 100% os dispositivos à internet, principalmente quando falamos em smart TVS, serviços de segurança, automóveis e outros aparelhos domésticos. Para colocar aquela cereja no bolo, você poderá baixar um filme HD completo em s-e-g-u-n-d-o-s.

Possibilidades com o 5G

Quando falam que entraremos em uma nova era digital com o 5G, isso não é exagero. Algumas das possibilidades que a rede trará são:

  • 90% a menos de consumo de energia se comparado ao 4G;
  • 100 vezes mais aparelhos conectados à internet;
  • Dispositivos móveis com maior durabilidade de bateria;
  • Mais rapidez na comunicação entre veículos autônomos;
  • Realização de cirurgias remotas com a ajuda de robôs e inteligência artificial. Resultado: melhoria no cuidado da vida humana e auxílio a regiões distantes e sem profissionais suficientes para a cura, entre outros.
  • Assistir ao futebol, show, ou qualquer apresentação na TV por meio da realidade aumentada;
  • Transmissão e ligações por telefone com a ajuda de holográficos — sim, digamos que essa é a visão mais próxima que tínhamos quando pensamos em futuro, não é mesmo?

Onde ele já é realidade

Sim, o 5G começou a rodar em países como Canadá, EUA, Austrália e Coreia do Sul, mas não se engane que ele ainda não chegou “lá”. Ainda há um longo caminho a percorrer, principalmente em relação a estabilidade do sinal, de aparelhos que estão prontos para recebê-lo e da facilidade de acesso por qualquer pessoa.

Contudo, aqui para as terras tupiniquins, a previsão é que ele comece a ganhar espaço já em 2020, atingindo o auge em 2025. Ou seja, daqui a 5 anos esperamos estar imersos nessa velocidade impressionante que o 5G é capaz.

A notícia boa é que, mesmo já nascido no exterior e começando a crescer como deve ser, o Brasil tem tudo para seguir o formato e estarmos também dentro desse universo tecnológico futurístico — como deve ser e, convenhamos, também queremos.

Overview: Singularity University Global Summit 2019


 

A Singularity University, comunidade global de aprendizado e inovação, situada no Vale do Silício, realiza um evento que já virou indispensável para quem trabalha com tecnologia ou, ao menos, tem muitas afinidades com o tema. É o SU Global Summit que, em 2019, tem como tema principal “Create the Future”.

O encontro, que ocorreu no mês de agosto, na Califórnia, e teve na audiência o nosso CEO, Solemar Andrade, e CDO iCustomer-Plusoft, Bruno Alves, debateu e compartilhou muitos assuntos importantíssimos para o momento em que vivemos (e pelo que virá). A gente compartilhar aqui os assunto que chamaram a atenção do time Plusoft e que, de certeza, ainda vai dar o que falar. Dentre eles:

O Futuro das startups

As startups são, sem dúvidas, um dos modelos de negócios mais interessantes do nosso século e que, passado o momento de euforia, ganharam espaço/criaram contornos mais sólidos/fincaram bandeira no mercado.

O grande X da questão é que, em 2000, para abrir uma startup você precisava de, ao menos, 5 milhões de dólares. Ao passo que em 2017, esse valor já caiu para 5 mil dólares. Ou seja: dá para investir, dá para começar, dá para se lançar no mercado.

No Brasil, tínhamos cerca de 100 startups em meados de 2011. Em 2019, segundo os últimos números da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), chegamos a incríveis 10 mil startups ativas no país. A tendência é de que, com a facilidade de crédito e a vontade de desenvolver novas soluções, esses modelos de negócios continuem a crescer em todo o mundo.

Inteligência Artificial

Apertem os cintos e acompanhem lado a lado a evolução da IA daqui para frente. Teremos grandes mudanças que estão a passos bem largos:
– Maior facilidade em reconhecimento de padrão;
– Acesso a informações muito mais rápidas;
– Chances menores de erros na leitura de dados;
– IA com maior poder de decisão;
– IA que trabalhe com empatia (usando as ferramentas de Deep Learning);
– IA escrevendo seus próprios algoritmos, vivendo a era da transmutação (traduzindo: ela pensando e tomando decisões por si só, sem precisar mais de nós, humanos);

Além de tudo isso, a IA vai impactar mesmo na medicina. A expectativa de vida será muito maior, em torno de 120 anos até 2050, e graças às facilidades da IA em ler dados, e nos dar respostas muito mais rápidas para melhorarmos nossas condições de vida. Aliado a isso, as tecnologias serão mais do que de ponta na descoberta de curas.

5G

Por essa, meio que todo mundo já está aguardando, não acham? O 5G nos levará a uma nova era, em que absolutamente tudo estará conectado, qualquer objeto e em qualquer parte do mundo.
Teremos vivências mais reais, troca de dados em altíssima velocidade, poderemos “entrar” em filmes, fazer chamadas usando hologramas e um salto enorme na medicina, que terá médicos situados em um lugar, mas operando por máquinas em qualquer lugar do globo.

Sem contar que o 5G ainda nos proporcionará a praticidade de carros autônomos, melhores condições para a produção de alimentos e muito mais.
Cidades conectadas (finalmente!)
Sonho ou realidade? Na verdade, estaremos vivendo as próprias histórias de filmes que criamos. No futuro, nem tão distante assim (coisa de até 20 anos), nossas cidades serão 100% conectadas. Até 2020, por exemplo, teremos 1 trilhão de dispositivos e sensores conectados na internet.
Já para 2030, veremos mais de…100 trilhões de dispositivos fazendo o mesmo. É um salto importantíssimo, e que vai colocar a Internet das Coisas no centro de vários dos nossos afazeres do dia a dia. Cozinhar, preparar um bom banho, pedir um táxi, repassar assuntos importantes da faculdade, planejar o trabalho do dia seguinte, enfim, isso e muito mais poderemos fazer com a ajuda desses dispositivos.

Tudo coisa boa. Tudo o que precisamos. E certamente muitas outras novidades vão aparecer nesse meio tempo, entre o hoje e daqui 20, 30 anos. The future is now.

5 Maneiras inteligentes de usar o feedback do cliente nas redes sociais

 

140 milhões de usuários ativos nas redes sociais — 66% de toda a população brasileira. Destes, 61% acessam suas redes por meio dos dispositivos móveis. Os números impressionam você? Pois são todos recentes e sobre o Brasil, divulgados pelo Global Digital 2019, realizado pelo We are Social em parceria com o Hootsuite. E tem mais, pois esse balanço ainda afirma que 81% das pessoas ativas nas redes são extremamente engajadas, ou seja, compartilham, dão opiniões, seguem marcas, tem uma boa lista de amigos e por aí vai.

E vamos além, pois o brasileiro gasta, mais ou menos, 3h34 minutos por dia nas redes, seja interagindo, seja apenas observando, mas ele está lá com certeza. Com tanta gente assim, e ainda com 85,3% das empresas marcando presença nas redes sociais, principalmente no Facebook e no Instagram.

Para as marcas, estar onde praticamente 100% do seu consumidor está é mandatório. E “escutar” o que conversam é, então, uma oportunidade ímpar para qualquer negócio. A base conhecimento que pode ser obtida através dos atendimentos de SAC 3.0 pode se transformar em inteligência competitiva. Portanto, dê o primeiro passo para capturar bem capturado o feedback do cliente nas redes sociais: prepare os “ouvidos”. 

Ouça as menções do cliente

Ouvir com os olhos é o caminho a seguir nas redes. O Social Monitoring e o Social Listening estão aí para ajudar o seu negócio a acompanhar diariamente as menções envolvendo a sua marca, e ainda ficar de olho no que é dito sobre a concorrência e o segmento em geral.

Para quem quer potencializar resultados, é realmente necessário contar com ferramentas capazes de olhar até onde você não alcança, e ser aquele suporte essencial na tradução de tendências e desejos reais dos consumidores. 

Ao mesmo tempo, é bom reforçar que tendo essa presença marcante no monitoramento & interação, você pode conquistar de fininho o cliente do concorrente, que está insatisfeito com algo e você rapidamente pescou isso nas redes. Que tal?

Et voilà! O que fazer com tudo isso?

  • Estratégia de lançamento de novos produtos ou serviços

Vai lançar algo novo? Conte com a ajuda dos clientes que estão sempre online para ajudar com isso. Uma boa dica é selecionar influenciadores e consumidores que são bem engajados com a sua marca, apresentar em primeira mão para eles e deixar que testem a novidade.

Assim que tiver respostas satisfatórias, lance para toda a base de clientes e público-alvo que deseja, e fique colado na tela do computador para acompanhar ainda mais de perto os feedbacks que surgirão. Eles fazem uma enorme diferença para chamar atenção de mais e mais clientes.

  1. Identifique comportamentos de compra e relação com a marca

Twitter, Instagram e Facebook são um mar de informações comportamentais, portanto, um rico campo de pesquisas. É possível identificar os sentimentos envolvidos quando alguém busca e realiza uma compra, as dificuldades ou facilidades, satisfação ou insatisfação. Uma pesquisa com parâmetros de busca e classificação bem definidos, aliada a uma análise quanti e quali, fazem da identificação dos feedbacks nas redes sociais uma poderosa ferramenta de Business Intelligence. 

  1. Fonte de inspiração 

Se a sua empresa conta também com um blog onde há materiais sobre o segmento, é normal vez ou outra dar aquela emperrada na hora de escolher o que escrever. Com as redes sociais, por exemplo, basta você fazer uma pesquisa e acompanhar alguns posts e comentários que, logo mais, ficará inspirado com base no que os usuários e clientes andam comentando.

Aliás, é realmente ótimo contar com essas plataformas como fonte de inspiração, afinal, é por lá que está acontecendo todo o movimento que envolve o que consumimos, o que é tendência e por aí vai.

  1. Benchmarking

Estudar a grama do vizinho ou de alguém que faz algo daquele jeitinho que a sua marca quer fazer não é pecado é benchmarking. Toda estratégia de negócios e de Marketing precisa do momento análise SWOT e o feedback dos clientes nas redes sociais serão fonte preciosa de informações para compor a matriz. 

  1. Desenvolva personas

Uma das formas mais concretas de atingir o público-alvo é sabendo quem ele é. Para isso, a primeira coisa a fazer é estudar o perfil do seu potencial cliente e, com isso, desenvolver personas espelhadas nessa pessoa. Algo que ajuda bastante nesse caminho é, sem dúvidas, perguntar. Pergunte muito, pergunte sobre tudo: o que os usuários gostam de fazer? Onde moram? O que eles acreditam ser valioso em um produto ou serviço? O que gostam de fazer nos fins de semana? O que esperam de uma empresa? Essas respostas ajudarão — e muito! — a sua equipe de marketing e vendas na busca pelos melhores resultados.

Agora, é hora de escolher algumas (ou todas) essas formas de aproveitar o feedback dos clientes nas redes sociais, e colocar em prática: para já.

A era encriptada

São milhares de mensagens trocadas a cada dia, fotos compartilhados, interações e marcações feitas e uma certeza: se em 2010 a era da privacidade tinha acabado, às margens de 2020 isso se inverteu, afinal, o futuro é privado.

Com mais de 2,27 bilhões de usuários, sendo destes mais de 130 milhões só no Brasil, o Facebook está presente em praticamente todos os cantos do mundo.

Pode até parecer estranho esses dois contrapontos, mas foi ele mesmo, Marck Zuckerberg, o criador das frases. Se quando o Facebook ainda engatinhava pelo mundo maravilhoso da quebra de barreiras das redes sociais, agora mais crescido já aprendeu algumas lições. A mais importante é, sem dúvidas, de que os dados dos usuários são a maior mina de ouro que existe e, por isso mesmo, muito vulnerável se cair em mãos erradas. E aí que está: ela já caiu vááárias vezes.

 

De escândalos ao repaginamento de… tudo.

Antes de entrar no destaque desta nossa conversa, é bom relembrar só alguns dos vazamentos de dados mais importantes que tivemos no último ano: brecha no site do CPF, expondo milhares de informações de brasileiros a hackers; Google+, em que foram expostos nomes, endereços de e-mail, emprego e idade de milhões de usuários (o que fez o gigante Google decidir finalizar a rede); a companhia aérea britânica British Airways teve uma violação cibernética que comprometeu os dados, inclusive financeiros, de vários clientes, e muitos outros casos semelhantes rondaram nossas vidas só em 2018.

Tudo isso, mais o que vem a seguir com o Facebook, foi sim o começo do fim para o descuido e descaso com dados de pessoas (como eu e você) que usam a internet t-o-d-o-s os dias. Foi aí que tudo começou a mudar.

Agora chegando à rede de Zuckerberg, vamos lá: senhas de cartão de crédito, perfis, e-mails roubados, usuários estudados a fundo, principalmente durante campanhas eleitorais, e outras situações um tanto embaraçadas fizeram parte do repertório de escândalos do Facebook. Com uma queda na preferência pelos bilhões de usuários ao redor do globo, Zuckerberg percebeu que: ou ele fazia algo ou estaria correndo sérios riscos de tornar o Face falido/esquecido/jogado às traças. E prometeu, fez e está fazendo.

 

Somos a encriptografia do que interagimos

A era encriptada finalmente parece que chegou. Isso significa, por exemplo, que nem os colaboradores do Facebook e nem os algoritmos poderão ver quaisquer informações que serão trocadas entre os usuários da rede. Para Zuckerberg, isso ainda é um trabalho complexo, mas que já está sendo colocado em prática e terá duração de 1 ano até estar totalmente completa e inserida da rede.

Outro que ganha destaque nessa linha privada e focada na família e amigos, é o feed da plataforma. Antes, uma mistura enorme de público e privado, de marcas e pessoas, agora já está bem diferente e direcionado ao que você mais gosta e tem como grupos. Está aí, talvez, o grande salto do CEO, que é mesmo repaginar a rede para uma atmosfera mais saudável, clean e bem costurada da sua rede.

E, além de tudo isso, a grande mudança e mais visível será no próprio visual da plataforma. O azul deixa de ser a cor predominante do Face, dando lugar ao branco. Para entender mais a fundo essa transformação, basta apenas associar que a ideia é tentar esquecer todos os escândalos e insegurança que rondavam (ainda rondam na mente de alguns usuários) ficaram mesmo no passado. O branco surge como algo que traz calmaria + ambiente seguro e de confiança + zero confusão e mistura entre público e privado.

 

Como ficam as relações empresa-cliente?

Não sei se vocês já tiveram a oportunidade de ler um artigo recente do CEO da Virtual Interactions, Marildo Mata, “Você quer se sentir único ou ter privacidade”, mas o assunto nunca esteve tão ligado ao Facebook como agora.

Isso porque a ideia de hiper-personalização é usar o máximo possível de dados seus para trazer produtos e serviços como se desenhados apenas para as suas necessidades — isso sem contar a antecipação do que você provavelmente poderá precisar em um futuro nada distante.

O grande X dessa fórmula é exatamente isso: você está disposto a compartilhar tantas informações sobre sua vida, para ter o mundo aos seus pés? Ou prefere se manter longe desse universo virtual que, convenhamos, é cômodo, porém perigoso? Pois é.

Com  Facebook indo pelo caminho da privacidade, o principal desafio de toda a equipe do Zuckerberg é mesmo encontrar o equilíbrio perfeito entre (pós) modernidade+privacidade, não deixando escapar o que as pessoas querem/precisam/esperam de uma rede que seja feita para aproximar e, ao mesmo tempo, mostrar que você pode ter o que quiser.


Por Bruno Alves
Fundador e diretor executivo da iCustomer

Overview F8 2019

O que se esperar das maiores redes sociais do mundo nos próximas anos ou nas próximas semanas.

O F8 já é um dos mais esperados eventos do ano e, para 2019, não foi diferente. No início de maio, Mark Zuckerberg chegou com a tarefa de casa feita e mostrando que muita coisa diferente vem por aí na plataforma que começou como uma brincadeira universitária e que, agora, é palco de milhões, bilhões de pessoas.

Para começar, balançou a rede com a frase: “O futuro é privado”, que encheu as manchetes de vários veículos de comunicação mundo afora — afinal, quem imaginaria justo ele falar isso? Eu e todos que estavam comigo no evento notamos a brincadeira que o presidente do Facebook fez, quando abordou o tema.

E não é para menos, já que o Facebook foi alvo de várias situações chatas e bem preocupantes nos últimos anos, principalmente envolvendo escândalos de vazamento de dados dos usuários + campo minado de disseminação de ódio + sendo considerada uma plataforma que gerava apenas…desinformação. Daí para o pior era questão de tempo, mas o Mark se mexeu (ainda bem!) e revelou diversas mudanças significativas no Facebook, Instagram e Messenger.

Então, vamos começar a pincelar tudo o que vem pela frente.

 

Facebook

Se azul era a cor mais quente, quem ganha todo esse status a partir de agora será o branco. Yep, meus caros, nosso Facebook como o conhecemos vai mudar seu visual radicalmente de azul para branco. O motivo? Dar uma aparência mais clean, leve e que mostre que a rede é um lugar seguro, bem friendly, cosy e, principalmente, pra dizer: nossos problemas são coisa do passado.

Tem mais. Já que o feed da plataforma também será repaginado, dando espaço para interações e novidades dos seus grupos pessoais e eventos favoritos. O que importa agora é separar o público do privado. Cada qual em seu cada qual.

Além disso, o feed da plataforma também integrará outras áreas, como o Marketplace, e vai sempre mostrar a você grupos que possam ser de interesse, com base nas suas preferências. Seus amigos também ganham um canto ainda mais especial na rede, já que todos os eventos que eles participam será compartilhando na hora, para ser um atrativo ao mundo real também a você.

Quando tudo isso entra no ar? Nos celulares, para já, nos desktops para os próximos meses.

 

Messenger

Well, well, well, falar do Messenger é sinônimo de falar de futuro. O que era um canal de mensagem instantânea agora passa a ser uma plataforma robusta de entretenimento, atendimento e até vendas. Só em nível de participação de empresas, são mais de 40 milhões de negócios que usam com frequência a plataforma com o foco em fazer SAC 3.0. Surpreso?

Se ainda não estava convencido, os números te trarão para essa realidade: o Messenger tem 30% de conversão a mais do que outro canal, e 12% a mais de conversão de respostas.

Por isso, o Zuckerberg pensou bastante e resolveu potencializar várias ferramentas que darão um up no atendimento e interação com o cliente. Indo além, o Messenger foi até mesmo um dos grandes destaques durante o F8, com direito a uma revelação incrível: ele passará a ter mais robustez, com características de entretenimento, atendimento e vendas. É usar o que ele tem melhor, a segurança por ser 100% encriptado.

Outra deixa que o CEO falou foi de deixar o Messenger bem mais inteligente para os negócios, com o trabalho conjunto humano + inteligência artificial, assim se chega ao ápice do que a rede pode fazer, que é a experiência de mensagem do usuário. Aliás, anote esse conceito.

No mais, a definição agora é: ágil, simples, confiável e seguro. Ele ganha ainda um app novinho em folha pro desktop, e chamadas de vídeo muito melhores e com recursos mais bacanas. A plataforma também ganha um status bem interessante de landing page, deixando tudo fácil e acessível como os stories, news e posts.

 

Instagram

Ele é querido dos influenciadores digitais, das marcas, dos amantes em fotos, tendências, comportamento e, infelizmente, agita uma competição muitas vezes maléfica para alguns usuários. É, o Instagram é a rede mais importante atrás do Facebook, mas também a que mais vicia e de um jeito nada bom.

Para conter esse cenário um tanto nocivo, o Zuckerberg veio para cima e avante com a revelação: sim, os likes estão na mira de serem extintos! E essa realidade já está sendo testada no Canadá para que, em poucos meses, seja adotada de vez na plataforma ao redor do mundo. O objetivo principal é promover uma atmosfera mais saudável para todos os usuários.

Agora no campo comercial, o Instagram também aposta em algo mais prático e inclusivo, principalmente para quem já faz algum tipo de venda na rede. O usuário poderá clicar no produto da foto e fazer a compra diretamente com o perfil.

 

Oculus Quest ou Rift S Now

Falando um pouco sobre produtos do Facebook, foram anunciados os lançamentos dos óculos que trazem muito mais imersão em realidade virtual: os Oculus Rift S e Oculus Quest. Eles tem uma tecnologia de ponta que cria uma sensação de campo bem próxima do real, de acordo com o lugar que a pessoa estiver olhando. Filmes e jogos serão muito mais atrativos para os usuários.

Apesar de muitas novidades diferentes para cada uma das redes, em todas elas há algo em comum e que realmente foi martelado pelo CEO do Facebook: a segurança de dados é prioridade. Podemos resumir o F8 de 2019 como: redes sociais em um futuro mais clean, práticos, para a família e amigos e feitas quase que feitas sob medida.


Por Bruno Alves
Fundador e diretor executivo da iCustomer